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Sobre
Celso Coppio

Desde criança, Celso Coppio já dava sinais de seus dotes artísticos quando, levado pelos pais ao circo, desenhava ávidamente as cenas do picadeiro, enquanto as outras crianças admiravam os palhaços e malabaristas.

Começando pela escultura, iniciou seus estudos em São Paulo com um dos mais conhecidos mestres da época, o professor Tadakyio Sakai, recebendo, aos l4 anos, seu primeiro prêmio.

Após alguns anos, inclinou-se definitivamente para a pintura, estudando desenho com Rosy Carrão Vianna e pintura com o saudoso mestre espanhol Salvador Rodrigues Jr.

 

Embora o artista seja conhecido como o mestre da natureza morta, título que lhe foi outorgado pela sociedade curitibana, Celso Coppio sempre criou sob os mais variados temas como: Nús Artísticos, Paisagens e Figuras, além de retratos de personalidades da sociedade paranaense e paulista.

Na década de 80, Coppio foi o escolhido para pintar o retrato do paulista Jeremias Lunardelli, o “ rei do café”.

Durante sua carreira, emoldurada por diversos prêmios e inúmeras exposições, Celso Coppio sempre transitou com desenvoltura no exterior, mais precisamente na Itália, onde recebeu a importante missão de retratar as estações da “Via Lucis”, série composta por l4 obras que farão parte do acervo  da Pontificia Universidade Salesiana de Roma, Itália.

Celso Coppio nunca se preocupou com modismos ou estilos. Procura sempre criar com a máxima sinceridade, buscando na natureza a sua inspiração.

Como faz há anos, na época de suas exposições individuais, além de suas naturezas mortas, o artista homenageia um país, pintando as impressões de suas cidades “in loco’ captando nas telas o colorido, a atmosfera e a luz presentes em cada local retratado.

No ano de 1996, recebeu convite especial de um grande colecionador de Turim, Itália, para pintar a casa onde esse industrial nasceu e passou toda a sua infância, em Pavia, cidade próxima a Milão.

No retôrno, percorrendo a Costa Esmeralda, retratou pequenos lugarejos como Camogli, Portovenere e Portofino, aldeias de pescadores, verdadeiras jóias do mar Tirreno.

Nessa trajetória de anos homenageando países visitados, destacam-se exposições retratando templos monumentais no Egito, Turquia e Marrocos, o esplendor de uma Espanha com sua arquitetura peculiar, as mais belas ilhas da

Grécia, e, em visita à Rússia, o artista trouxe em sua bagagem, as telas nas quais imprimiu todo o clima das paisagens do Leste Europeu, encantando-se com as cidades russas, como a imponente Moscou e a romântica S.Petersburgo, impressionando-se com seus monumentos e seus campos carregados de luz, presentes em suas telas.

Na busca de maior inspiração, procurou na República Checa, captar toda a magia daquela cidade única que é Praga e, na Hungria, esmerou-se para retratar a exuberância arquitetônica de Budapest.

Tudo isso em uma transposição de imagens, em meio a virtuosas pinceladas.

Em 98 foi a vez da Ásia, percorrendo e retratando países exóticos como o Japão, China, Indonésia,Tailândia, Malásia e Singapura. Aproveitando as comemorações dos 90 anos da imigração japonesa, Celso Coppio montou uma de suas mais completas exposições, num cenário de magia e encantamento.

Já em 1999, comemorando os seus trinta anos de carreira , o artista se deslocou até a Índia, percorrendo toda a região do Rajastão, expressão máxima em colorido, onde buscou inspiração retratando cidades únicas como: Jaipur, Delhi, Agra, Udaipur e Varanasi, além de atravessar o Himalaia na busca incessante da espiritualidade e do exotismo, existentes no Tibet e no Nepal.

Em 2000, Celso Coppio trouxe para o seu público, todo o requinte do carnaval de Veneza materializado em seus quadros, apresentando-os ao seu público em uma noite de festa onde toda a atmosfera luxuosa de Veneza fez-se presente.

 

Em 2001, o artista realizou um de seus antigos sonhos: conhecer e vivenciar o árido deserto do Sahara.  Partindo em busca de inspiração, dirigiu-se à Tunísia, porta de entrada para o  Sahara. Lá, em contato com os nômades, berberes e trogloditas, viveu uma das maiores experiências de sua vida – dormir em pleno deserto – e, no silêncio absoluto da noite sem vida, ouvir as batidas do seu próprio coração. Com toda atmosfera captada nesta viagem transformou este legado em outra grande exposição, trazendo para os jardins de sua galeria um pouco dos costumes e das tradições dessa civilização milenar, emoldurando com isso os 29 quadros que compuseram a mostra.

Em novembro de 2002, Coppio realiza mais uma exposição individual, desta vez com  imagens captadas de todo o norte da Espanha,  desde San Sebastian no país Vasco até Santiago de Compostela, nome dado a essa nova mostra,  percorrendo o caminho da peregrinação e finalizando um trajeto que desde muito fazia parte de seus projetos pessoais.

Em 2004, comemorando os seus 35 anos de carreira, realizou uma de suas exposições mais espirituais. A arte barroca fez-se presente em cada quadro apresentado, impregnando todos os espaços com a atmosfera idílica da arte sacra.

Em 2005 recebeu o título de “Cidadão Honorário de Curitiba”, em cerimônia solene na Câmara Municipal de Curitiba.

Hoje, depois de mais de quarenta anos de atividades profissionais, continua ministrando aulas em sua escola e galeria, onde mantém exposição permanente de suas obras.

Segundo o artista, a idéia de criar um espaço seu, teve base nos moldes europeus, lecionando e transferindo aos seus alunos todo o conhecimento e técnicas adquiridos por ele ao longo de uma vida profissional dedicada única e exclusivamente à arte, conhecimento esse resultante de suas andanças pelo

mundo estudando os grandes mestres e morando em cidades como Barcelona, Espanha, onde frequentou a Real Academia de Belas Artes na condição de artista profissional, e Roma, Itália, onde manteve um atelier por vários anos.

O artista possui obras em coleções particulares espalhadas em quase todos os estados brasileiros e, no exterior, nas cidades de Milão, Roma, Bergamo, Belluno, Florença, Bruscoli, Genova, Pavia, Paris, Madrid, Barcelona, Nova York, Orlando, Seattle, San Juan de Porto Rico, Zurich, Salzburg  e Viena.

Celso Coppio orgulha-se, através de suas aulas, de ter formado alunos que hoje figuram com destaque no mercado artístico curitibano e internacional.

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